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Suspeito de imobilizar homem morto a facadas por mulher é preso pela Polícia Civil em Rio Negro

Homem é investigado por possível participação em homicídio ocorrido no município de Rio Negro, em Mato Grosso do Sul. Polícia Civil apura as circunstâncias do crime e a atuação dos envolvidos.

A Polícia Civil prendeu um homem suspeito de participar de um homicídio ocorrido no município de Rio Negro, em Mato Grosso do Sul. Segundo as informações divulgadas, ele é investigado por supostamente ter imobilizado a vítima enquanto uma mulher teria cometido o ataque com uma faca.

O caso ganhou repercussão pela suspeita de participação de duas pessoas na ação criminosa. A prisão representa um avanço nas investigações, que buscam esclarecer as circunstâncias da morte e identificar a responsabilidade de cada envolvido.

Crime aconteceu em setembro

O homicídio foi registrado no dia 27 de setembro de 2026, na Rua São Pedro, nas proximidades da Rua Santos Dumont, em Rio Negro.

A vítima, identificada pelas iniciais E.S.B., de 23 anos, foi ferida durante a ocorrência. Ela chegou a receber atendimento médico e foi encaminhada ao hospital, mas não resistiu.

Conforme as investigações, o suspeito, identificado pelas iniciais C.S., teria impedido a reação da vítima, facilitando a ação de outra pessoa envolvida no crime.

Suspeito de 35 anos foi preso preventivamente

A prisão ocorreu na sexta-feira (30), por volta das 12h, durante o cumprimento de um mandado judicial em uma residência localizada na Rua Nove de Maio, em Rio Negro.

O homem, de 35 anos, era investigado por possível participação no homicídio qualificado.

Com base nos elementos reunidos durante a apuração, a Polícia Civil solicitou sua prisão preventiva, posteriormente autorizada pelo Poder Judiciário.

Os policiais localizaram o investigado e cumpriram a ordem judicial.

Investigações continuam

Após a prisão, o suspeito foi encaminhado para os procedimentos legais e permaneceu à disposição da Justiça.

A Polícia Civil continua investigando o homicídio para esclarecer a participação dos envolvidos e as circunstâncias que levaram à morte do jovem.

A prisão preventiva não representa condenação definitiva. A responsabilidade criminal dos investigados deverá ser analisada pela Justiça, conforme o andamento do processo.

Fonte: Veja Folha, com informações sobre a investigação da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul.